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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
A Espera do Verdadeiro Amor
Sempre nos questionamos a respeito do amor verdadeiro, imorredouro, que não respeita limites ou barreiras: onde ele está? Como é? Quem tem direito a ele?
Nascemos prontos para o amor: basta um gesto, um olhar, algo que estimule os sentidos e - BAM! - lá está ele, brilhando em nosso céu; amamos nossos pais, irmãos e filhos, amigos, animais de estimação, livros, músicas, artes e artistas... Nosso amor cresce conosco, muda conforme nossas marés.
Mas e quanto a "aquele" amor? Aquele que traz à nossa vida a pessoa que completa os espaços vazios, estimula nossas virtudes e relega a segundo plano antigos defeitos? Quando esperar por ele?
Podemos passar toda uma vida à procura deste amor que arrebata, que extrapola a racionalidade, buscando em outros amores de menor grandeza a familiaridade, a sensação de conforto e segurança que somente o reencontro com a alma que nos completa pode dar.
Há quem diga, e eu acredito, que sejam almas gêmeas, que em um passado remoto tomaram rumos diferentes e que, mesmo de forma inconsciente, continuam a se buscar pela eternidade de muitas existências, por vezes quase se tocando, mas com caminhos independentes. São irmãos, primos, amigos de infância ou estranhos completos que em algum momento se mostram profundos conhecedores de nossa verdadeira essência, que enxergam através de escudos de proteção, de máscaras usadas para que não haja sofrimento, dor, rejeição, máscaras que escondem a solidão.
Há porém relatos daqueles que foram abençoados com o reencontro com sua alma gêmea, e os percalços pelos quais passaram até ver o caminho livre para o amor; anos de separação, impedimentos por laços familiares, distâncias... barreiras que, no final, só fizeram fortalecer o vínculo e a necessidade de estarem juntos, onde a vida passa somente a ter sentido com a complementação que um traz ao outro.
Um dos livros de que mais gosto, "A Ponte Para o Sempre", de Richard Bach, conta com sensibilidade rara a história e o caminho pelo qual passam almas gêmeas. Mais do que um romance, trata-se de um relato onde o próprio autor é um dos personagens, que depois de desistir de tanto procurar, "esbarra" casualmente com sua alma gêmea. É uma daquelas obras que tomam contextos diferentes e se encaixam em vários momentos de nossas vidas, e cada nova leitura traz uma nova interpretação. Eu costumo dizer que este livro, em particular, vem amadurecendo comigo há muitos anos, vem polindo novas facetas do que eu mesma posso esperar da minha alma gêmea, do meu verdadeiro amor.
O autor, Richard Bach, faz várias alusões a outro livro, este um clássico da literatura que passa longe de ser apenas un conto infantil: "O Pequeno Príncipe", de Antoine de Saint-Exupéry. Considera, e eu concordo plenamente, que esta seja um obra-prima na demonstração do verdadeiro amor que envolve almas gêmeas; toma várias citações, e uma das de maior força e expressão, "Tu te tornas responsável pelo que cativas" resume a busca incansável pela paz e pelnitude que só sentimos quando reconhecemos e abraçamos o verdadeiro amor.
Há vários outros exemplos de busca e espera pelo amor maior, e prestando atenção podemos identificar em cada um deles o sofrimento e a ansiedade de finalmente poder tomar nos braços o objeto de desejo, sem impecilhos, sem culpas, sem medos, para então sentir-se completo, e em paz.
Há muito anos, bem jovem ainda, ao ler "A Ponte para o Sempre" pela primeira vez, desejei com todas as forças receber alguma prova de que encontraria meu grande amor, aquele que colocaria fim ao vazio e à dor insuportável da solidão. Na mesma noite, tive um sonho que depois comprovou-se ser uma regressão a uma existência anterior: em algum momento, num tempo onde a vida era bem mais difícil, eu me via deitada num campo magnífico, com um maravilhoso castelo ao fundo, em uma manhã de sol. Mas me encontrava inconsolável - chorava copiosamente. Foi quando apareceu sobre mim o rosto de um belo homem, e mesmo parcialmente ofuscada pelas lágrimas e pelo sol pude ver seus olhos, de um verde inesquecível, irradiando um amor que eu até então desconhecia. Este estranho, ao mesmo tempo tão familiar, limitou-se a sorrir e dizer "eu voltei para que você não chore mais, porque eu te amo e nunca mais a abandonarei. Nunca mais você se sentirá ou estará sozinha". Despertei com a certeza de que este encontro ocorreria, e que eu poderia esperar tranquila de que a promessa seria cumprida.
Quando passamos por momentos reveladores como este sonho, podemos ter certeza de que Algo Maior conspira a nosso favor no Universo, podemos ter esperanças de que o tão desejado dia chegará, onde não nos sentiremos mais sozinhos em meio à multidão, onde finalmente cruzaremos com o olhar que tão bem conhecemos, tão profundamente entendemos e que completa de maneira inigualável o nosso ser.
Fonte
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Lugares Afrodisíacos
Uma inigualável sucessão de magníficas praias, concentradas numa extensão de 230 Km, caracteriza o litoral deste Estado de 27.731 Km2. Aí, o generoso sol do ano todo, filtrado pela imensidão de coqueirais à beira-mar, revela uma das mais fascinantes paisagens do Nordeste Brasileiro, beneficiada pelas facilidades de acesso e pela tranquilidade de uma natureza quase intocada, junto à qual se preservam importantes conjuntos arquitetônicos e históricos.
No centro dessa privilegiada região, visitada pela primeira vez em 1.501, por Américo Vespúcio, está a bela capital, Maceió, com seu variado conjunto de atrações, dotada de todos os recursos que garantem roteiros seguros para se conhecer o que Alagoas tem de melhor. Muito próximo, ligada por rodovia asfaltada e com pontes sobre as lagoas que recortam a paisagem da região, fica a histórica Marechal Deodoro.
No extremo sul, junto ao rio São Francisco, que divide Alagoas e Sergipe, a também histórica Penedo, a 185 Km da capital. A partir de Maceió, na direção norte, outra sucessão de praias bordadas de coqueiros está no caminho até Maragogi, passando por Floriano Peixoto (berço do Marechal Floriano), Barra de Santo Antônio e Porto Calvo.
Mas Alagoas é ainda mais do que mar, sol e história. Sua culinária típica, onde estão presentes peixes, camarões e frutos do mar – entre eles o sururu, apanhado nas lagoas que cicundam Maceió – está entre as mais estimulantes do Nordeste. Famoso também é seu artesanato, com destaque para as rendas – filé e labirinto.
E o folclore, que pode ser apreciado em diversas ocasiões, reúne um grande número de manifestações, como, entre outras, o reisado, o guerreiro, a chegança e o quilombo. Esta última lembra um dos mais marcantes capítulos da luta de libertação dos escravos, quando, liderados pelo legendário Zumbi, os negros fugitivos organizaram inúmeros “quilombos”, fundando a sua república dos Palmares, exterminada em fins do século XVII.
Maceió é um dos mais importantes pólos turísticos do País, recebendo mais de 1 milhão de visitantes por ano. Todos os dias turistas do Brasil e do Mundo chegam à procura de diversão, muito sol e praias bonitas. Localizada entre os coqueirais, as lagoas e um lindo mar de águas cristalinas, Maceió destaca-se por sua beleza exuberante.
Como atrações, Maceió oferece opções para todos os gostos. Para que gosta de praias, dentro da própria cidade, o turista encontrará um cardápio farto de praias paradisíacas como Pajuçara e suas piscinas naturais, Ponta Verde e Jatiúca; ou ainda um passeio fascinante pelas lagoas Mundaú e Manguaba.
À noite, seja nos bares à beira-mar com música ao vivo, ou no revitalizado bairro histórico de Jaraguá, Maceió é só agito e curtição!
Com sol o ano inteiro e uma temperatura média de 28 graus, Maceió dispõe de uma completa infra-estrutura de hotéis, pousadas e restaurantes. O conforto é de metrópole, as praias são de paraíso.
No centro dessa privilegiada região, visitada pela primeira vez em 1.501, por Américo Vespúcio, está a bela capital, Maceió, com seu variado conjunto de atrações, dotada de todos os recursos que garantem roteiros seguros para se conhecer o que Alagoas tem de melhor. Muito próximo, ligada por rodovia asfaltada e com pontes sobre as lagoas que recortam a paisagem da região, fica a histórica Marechal Deodoro.
No extremo sul, junto ao rio São Francisco, que divide Alagoas e Sergipe, a também histórica Penedo, a 185 Km da capital. A partir de Maceió, na direção norte, outra sucessão de praias bordadas de coqueiros está no caminho até Maragogi, passando por Floriano Peixoto (berço do Marechal Floriano), Barra de Santo Antônio e Porto Calvo.
Mas Alagoas é ainda mais do que mar, sol e história. Sua culinária típica, onde estão presentes peixes, camarões e frutos do mar – entre eles o sururu, apanhado nas lagoas que cicundam Maceió – está entre as mais estimulantes do Nordeste. Famoso também é seu artesanato, com destaque para as rendas – filé e labirinto.
E o folclore, que pode ser apreciado em diversas ocasiões, reúne um grande número de manifestações, como, entre outras, o reisado, o guerreiro, a chegança e o quilombo. Esta última lembra um dos mais marcantes capítulos da luta de libertação dos escravos, quando, liderados pelo legendário Zumbi, os negros fugitivos organizaram inúmeros “quilombos”, fundando a sua república dos Palmares, exterminada em fins do século XVII.
Maceió é um dos mais importantes pólos turísticos do País, recebendo mais de 1 milhão de visitantes por ano. Todos os dias turistas do Brasil e do Mundo chegam à procura de diversão, muito sol e praias bonitas. Localizada entre os coqueirais, as lagoas e um lindo mar de águas cristalinas, Maceió destaca-se por sua beleza exuberante.
Como atrações, Maceió oferece opções para todos os gostos. Para que gosta de praias, dentro da própria cidade, o turista encontrará um cardápio farto de praias paradisíacas como Pajuçara e suas piscinas naturais, Ponta Verde e Jatiúca; ou ainda um passeio fascinante pelas lagoas Mundaú e Manguaba.
À noite, seja nos bares à beira-mar com música ao vivo, ou no revitalizado bairro histórico de Jaraguá, Maceió é só agito e curtição!
Com sol o ano inteiro e uma temperatura média de 28 graus, Maceió dispõe de uma completa infra-estrutura de hotéis, pousadas e restaurantes. O conforto é de metrópole, as praias são de paraíso.
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